segunda-feira, 30 de dezembro de 2024

Obrigada, 2024!


Foi um ano de muita luta dentro da minha mente, mas que ano agradável!!! 

Feliz por ter vivido tantos momentos maravilhoso.

Muito grata por ter tido mais saúde que em anos anteriores (tanto eu quanto os meus familiares).

Muito grata por cada semana no trabalho, com pessoas que amo. 

Muito grata por nosso cantinho tão especial, por ter conseguido organizar cada espaço e encontrar uma forma de deixar tudo mais aconchegante só com organização e desapego.

Muito grata por cada sorriso, por cada conquista, cada vitória, pela superação em cada dificuldade.

Muito grata por ter realizado algumas das metas das 101 coisas em 1001 dias.

Muito feliz por ter participado da Bienal do Livro de SP e do SANA com os meninos.

Muito feliz por ver o Eric fazendo novos amigos.

Muito feliz por ter me superado em tantas situações.

Muito feliz por ter desapegado de tanta coisa e de tantas pessoas desnecessárias.

Muito feliz por estar finalizando o ano com a mente mais leve e em paz.

Obrigada, 2024, por cada dia, por ter nos dado a chance de viver e realizar coisas que queríamos, por ter sido um ano tão cheio de bons momentos e boas memórias. Você será sempre um ano maravilhoso de muitos passeios incríveis. ^^ 

quarta-feira, 25 de dezembro de 2024

Começos e recomeços

 


Fim de ano chegou. E as pessoas sempre estabelecem metas para começar a partir do primeiro dia do ano seguinte. Eu tenho na minha mente que não preciso esperar para começar, então sempre inicio novas coisas quando a vontade de fazer ataca. E isso me ajuda bastante a desenvolver novos ou retomar antigos bons hábitos.

O "101 coisas em 1001 dias", o blog, o meu espaço no youtube (que recomecei do zero), as faxinas ou destralhamentos aqui de casa, tomar chá (jamais imaginei que faria isso), usar um sabão específico para o rosto, o Bullet Journal. Tudo isso comecei em um dia aleatório. Não gosto da ideia de esperar o ano terminar para começar algo, ou para recomeçar. Não vejo pq esperar. Quando comecei o Bullet Journal em setembro, há uns 5 anos, as pessoas ficaram 'mas agora? Em setembro??? Pq não esperar janeiro???' e eu respondia sempre 'pq não começar agora? Em janeiro eu continuo'. E sigo fazendo o Bullet Journal desde então, sem parar. E funciona bem demais pra mim. Foram uns 20 anos tentando encontrar a melhor forma de organização pra mim, e só aos 33 anos de idade achei isso, e ia esperar uns poucos meses para começar, só por TOC? Neeeeim. Comecei logo e fui feliz assim. =D 
Os chás e a meditação me ajudaram a dormir melhor. Passei anos e anos depois do nascimento do Eric sem conseguir dormir direito, acordando a cada meia hora, acordando e perdendo o sono no meio da noite, e sofrendo o dia inteiro com isso. Nunca gostei de chá, e me esforcei para me acostumar com eles, na tentativa de ajudar com o sono. Meditação também. Nem sabia como fazer. A mente sempre acelerada, sempre cheia de 'tem que'. Aprendi a esvaziar a mente quando acordava e não tinha dormido o suficiente, e consegui voltar a dormir. Ia esperar janeiro para começar isso? De jeito nenhum. Nem lembro em que mês ou dia comecei. Mas comecei em um dia aleatório e venho praticando desde então, e estão ajudando demais. Meu sono melhorou bastante.

Nossa mente não espera o ano começar para ficar bem. Nosso corpo também não. Eles precisam que esse início seja hoje. E não falo para que atropelemos tudo para fazer algo, mas para que não esperemos dias ou semanas para começar algo que PODEMOS começar agora. Se não podemos começar, mas precisamos que seja feito, que ao menos estabeleçamos meta para que isso seja feito e que nosso esforço seja para que aconteça. Se sabemos que precisamos de mais tempo para realizar, que façamos um pouco a cada dia. O importante é não esperar para viver algo que nos fará bem, principalmente quando é algo simples, como tomar um chá ou começar a meditar. ^^ 




segunda-feira, 23 de dezembro de 2024

Escolhendo leituras

 


Última semana do ano. Com a minha rotina, dificilmente conseguirei começar e finalizar mais um livro antes do ano terminar. E, com isso, ficou o dilema de qual livro escolher para começar agora. 

Tem alguns vários livros que quero muito ler, fiz a lista dos 12 para 2025 e espero ter escolhido bem os 12 que serão prioridade para o próximo ano. Amo quando favorito a maioria dos livros que coloco nessa lista. ^^
Para 2025 mantive os mesmos critérios para escolha dos livros: Os que eu mais quero ler. =D
Tem funcionado nos últimos anos, e quando tentei colocar os mais encalhados não funcionou. Então vou continuar separando os 12 que eu mais quero ler nas minhas estantes, e desencalhando alguns no desafio da estante que organizo.



Além dos 12 acima, sempre escolho algum para o desafio da estante que organizo. Nesse, todo mês sorteio um desafio diferente para desencalhar algum livro nas estantes. A ideia é não comprar mais e ler os livros que estão encalhados em casa. Tem muita coisa boa aqui, e a gente esquece deles com a ânsia de ler os lançamentos. (caso alguma alma apareça aqui e tenha interesse em participar, me avisa que adiciono você no grupo)
O desafio de Janeiro é ler um livro com nome de cidade ou país no título, e eu escolhi um livro que parece ser leve, como todos os outros desse selo (que eu amo!!!).


Para a última semana do ano, experimentei começar Palavras de radiância, Um homem chamado Ove, e Anna vestida de sangue. 


Os três me prenderam de formas diferentes, e estou bem em dúvida se tento finalizar Anna vestida de sangue, que é bem curto. Acho que tentarei isso. Não gosto de criar expectativas para finalizar leituras, e tentarei não me cobrar nisso. Sempre estraga a experiência, que deve ser prazerosa. 

Escolher novas leituras tem algo de delicioso, pela possibilidade de estar iniciando um novo favorito, mas também tem um lado complicado de esperar que a leitura nos prenda logo no início. E na maioria das vezes o início do livro já nos passa a sensação de como será durante o restante da história. Abandonar quando a leitura está incomodando é algo que faço sem problemas. Não tenho tanto tempo livre para desperdiçar com uma leitura que não está agradando.

Que sejam boas leituras, tanto no fim do ano quanto no decorrer de 2025. ^^ 





{TAG} 50 perguntas que libertarão a sua mente

 


Vi essa TAG no blog da Fernanda, Algumas Observações , e achei tão interessante que resolvi trazer para cá. 

Algumas reflexões nos ajudam a nos libertar da nossa própria mente. 

1. Quantos anos você teria se não soubesse a sua idade?
Uns 57.

2. O que é pior: falhar ou nunca tentar?
Nunca tentar. O não a gente já tem, pq não tentar conseguir o sim??

3. Se a vida é tão curta, por que nós fazemos tantas coisa que não gostamos e gostamos de tantas coisas que não fazemos?
Porque muitas vezes abrimos mão de nós para agradar o outro, com medo de perder a pessoa (sejam amigos, familiares ou companheiros (as)).

4. Quando tudo foi dito e feito, você disse mais do que fez?
Não. Eu até falo muito, mas faço mais. 

5. O que mais você gostaria de mudar no mundo?
A pressão para que as pessoas pareçam ser algo que não são. Isso gera tantos problemas, tantos transtornos desnecessários. Seria muito mais fácil e simples se as pessoas fossem o que realmente são. Sem máscaras. Isso diminuiria o consumo excessivo, as mentiras, as brigas, as crises de ansiedade, a depessão e mais um monte de problemas que muita gente tem.

6. Se a felicidade fosse a moeda nacional, qual tipo de trabalho te faria rico?
Trabalhar em uma livraria ou biblioteca. 

7. Você está fazendo o que acredita ou só está se contentando com o que está fazendo?
Há dias em que a gente esquece de olhar para dentro da nossa mente e lutar pelo que acreditamos, mas é algo que tenho feito com bastante frequência nas últimas semanas. Feliz com isso.

8. Se a média da vida humana fosse 40 anos, de que modo diferente você viveria a sua vida?
Não sei se conseguiria fazer muitas coisas diferente de como aconteceram. Percebi há anos que somos limitados por vários fatores externos, e eu sempre busquei o melhor para mim e para minha família. E nunca abri mão por tanto tempo de coisas que gosto, como ler. Então acho que estou satisfeita com o que vivi até hoje, se meu tempo de vida estivesse no fim.

9. Até que ponto você realmente controlou o curso que sua vida tomou?
Talvez uns 60%. O que dependia de mim, eu fazia. Foi assim que saí da escola pública, de uma família que precisava pegar dinheiro emprestado para pagar passagem de ônibus, para passar num concurso federal e me tornar servidora pública, ajudando minha família e dando conforto a eles. Não vivi todos os sonhos que tive, mas consegui sair de uma realidade limitadíssima para ter e viver algumas coisas que seriam impessáveis para a Cássia de 13 anos.

10. Você está mais preocupado em fazer as coisas direito ou em fazer as coisas certas?
Em fazer as coisas certas, direito. rsrsrsrs
Não gosto de fazer nada mal feito, mas nem sempre conseguimos excelência e eficiência em tudo, e não me cobro mais perfeição em nada. 


11. Você está almoçando com três pessoas que você respeita e admira. Eles começam a criticar uma das suas melhores amigas, sem saber que ela é sua amiga. A crítica é de mal gosto e desrespeitosa. O que você faz?
Se estou almoçando com pessoas que respeito e admiro, não são do tipo que falam mal e desrespeitam outras pessoas. Mas caso isso acontecesse, eu mudaria o foco para o que há de bom na minha amiga. 

12. Se você pudesse dar um conselho para um recém-nascido, o que você diria?
Se permita ser feliz. Não se cobre ser algo que as outras pessoas querem que vc seja. E seja gentil com todos.

13. Você infringiria a lei para salvar alguém que ama?
Com certeza. Já sonhei que maltratavam meu filho, e acordei com uma vontade absurda de fazer justiça. Nunca imaginei até onde iria para salvar quem eu amo, mas depois desse dia percebi que faria muitas coisas que antes eram impensáveis, só para que quem eu amo não sofra. 

14. Você já viu insanidade onde antes parecia ser criatividade?
Não lembro. Acho que nunca vi uma insanidade como algo criativo.

15. O que você sabe fazer de diferente da maioria das pessoas?
Dedicar tempo ao meu filho, não fechar os olhos para os defeitos e dificuldades dele, e buscar auxílio médico para nos ajudar sempre que não consigo resolver sozinha. É triste perceber que a maioria dos pais que conheço não faz isso também. Achei que era algo básico e essencial quando você tem uma criança totalmente dependente de você, mas a maioria se orgulha em falar que nunca brincou com o filho, enquanto eu e o meu digníssimo estamos sempre buscando formas de entreter e divertir nosso pequeno, tornando os dias dele memoráveis.

16. Como é que as coisas que te fazem feliz não fazem todo mundo feliz?
Porque as pessoas gostam de coisas diferentes, e isso é bom na maioria das vezes. Tem gente que gosta de sair e socializar, eu curto ficar em casa. Sou feliz assim. Tem gente que gosta de ir a shows e passar os fins de semana bebendo com os amigos, eu gosto de ler por horas, limpar e organizar a casa, assistir filmes/animes/séries com meu digníssimo e nosso pequeno. Tem gente que gosta de pescar, eu gosto de jogar boardgame com eles. E tem espaço para que todos façamos o que nos tornam felizes, desde que isso não invada o espaço do outro.

17. O que você não fez que realmente gostaria de fazer? O que te impede de fazer isso?
Morar perto da minha família (pais e irmãos). Cada um mora num estado diferente, o que torna inviável realizar essa vontade. 

18. Você está apegado a algo que precisa deixar ir?
Sim. Acho que sempre tem algo que precisamos deixar ir e temos dificuldade com isso. Pessoas, livros, objetos, manias.

19. Se você tivesse que mudar de estado ou de país que não fosse onde você mora hoje, para onde se mudaria e por quê?
Me mudaria para Fortaleza, pq é onde eu morava, onde minha mãe e irmão moram. Outro país? Talvez o Canadá, ou a Finlândia.

20. Você aperta o botão do elevador mais de uma vez? Você realmente acredita que fazer isso torna a chegada do elevador mais rápida?
Não. Sei que não é necessário. Assim como apertar o enter várias vezes. Não muda o comando que foi enviado ao sistema. E não vejo razão para desperdiçar energia com coisas desnecessárias. 

21. Você prefere ser um gênio preocupado ou uma pessoa simples e alegre?
Uma pessoa simples e alegre.  Pq alguém trocaria isso para ser um gênio preocupado??? 

22. Por que você é você?
Porque eu não sei ser outra pessoa ué.

23. Você tem sido a pessoa gentil que gostaria de ter como amigo?
Sempre. Me esforço para ser a melhor versão de mim com todo mundo.

24. O que é pior: quando um bom amigo se muda para longe ou perder o contato com um bom amigo que mora perto de você?
Perder contato com um bom amigo sempre será pior. 

25. Pelo que você é mais grato?
Pela paz e saúde que temos em casa.

26. Você prefere perder todas as suas memórias antigas ou nunca se capaz de fazer novas memórias?
Que difícil. Mas acho que perder todas as memórias antigas é pior. Isso apagaria muito de quem somos.

27. É possível saber a verdade sem desafiá-la primeiro?
Ôxi. Deu um nó no meu cérebro tentar raciocinar isso. 

28. O seu maior medo já se tornou realidade?
Acho que não. Nunca penso muito sobre quais são meus medos. Acho que não fazer isso diminui a chance de que aconteçam. 

29. Você se lembra daquela ocasião há 5 anos atrás, quando você estava extremamente triste? Isso importa de verdade agora?
Importa. Talvez seja justamente um dos meus maiores medos. Ainda bem que não aconteceu.

30. Qual é a sua memória de infância mais feliz? O que faz dela tão especial?
Caça ao tesouro na páscoa. Ou dançar quadrilha com minha irmã em Pernambuco, quando morava lá. Os momentos que passava com meus irmãos e pais eram especiais.

31. Em que momento do seu passado recente você se sentiu apaixonado e vivo?
Durante cada momento especial que fizemos entre nós 3 (eu, digníssimo e nosso pequeno). O último, durante a ida para Goiânia, comemorando o início das férias do pequeno, mesmo com uma infecção de urina descoberta no caminho de ida. Ver o sorriso deles com o café da manhã no carro, numa estrada de chão. Ou com a decoração de natal da cidade. Ou com o hotel novo onde nos hospedamos. Ou com as coisinhas que compramos. Foi simples e maravilhoso.

32. Se não agora, então quando?
Quando der. 

33. Se você ainda não conseguiu, o que tem a perder?
Só mais uns dias de esforço.

34. Você já esteve com alguém, não disse nada, saiu andando e sentindo que você teve a melhor conversa da vida?
Acho que isso aconteceu algumas vezes. Amo melhores conversas da vida. ^^ 

35. Por que religiões que pregam o amor causam tantas guerras?
Porque as pessoas esquecem do amor quando focam na religião.

36. É possível saber, sem dúvida alguma, o que é bom e o que é mal?
Depende da situação e do ponto de vista. 

37. Se você ganhasse um milhão de dólares, você se demitiria do trabalho?
Não. Não acho que a mente ociosa o tempo inteiro seja algo bom. E ralei muito para conseguir passar no meu concurso. Mesmo que ganhasse uma fortuna, continuaria trabalhando. 

38. Você prefere ter menos trabalho para fazer ou mais trabalho que você realmente gosta de fazer?
Menos trabalho para fazer. Prefiro ter mais tempo com coisas que não são trabalho.

39. Você já sentiu como se você tivesse vivido esse dia cem vezes antes?
Algumas vezes.

40. Quando foi a última vez que você marchou na escuridão com apenas o brilho suave de uma ideia na qual você acreditava fortemente?
Quando me mudei de Fortaleza para Palmas.

41. Se você soubesse que todo mundo que você conhece iria morrer amanhã, quem você visitaria hoje?
Meus pais e irmãos. (como fazer isso com cada um num estado diferente é outra história)

42. Você estaria disposto a reduzir sua expectativa de vida em 10 anos para se tornar extremamente atraente ou famoso?
Neeeeim. Sou feliz sem fama e feia mesmo.

43. Qual é a diferença entre estar vivo e viver verdadeiramente?
Estar vivo e triste, vivendo a vida que outras pessoas querem, é diferente de viver verdadeiramente o que te faz feliz.

44. Quando é hora de parar de calcular riscos, perdas e ganhos e quando é o momento de simplesmente seguir em frente e fazer o que você sabe que é certo?
Quando tem um monte de gente dependendo de você não sobra tanto espaço para viver sem calcular riscos, perdas e ganhos. Mas isso não significa que você não pode seguir em frente fazendo o que sabe ser certo. Muitas vezes o certo depende de calcular um monte de riscos.

45. Se nós aprendemos com os nossos erros, por que nós sempre temos medo de cometer erros?
Porque às vezes a gente aprende observando o erro dos outros. Pq eu vou cometer o mesmo erro se vejo que aquilo vai dar ruim???

46. O que você faria diferente se soubesse que ninguém iria lhe jugar?
Boa pergunta. É aqui que a gente entra na parte mais profunda e obscura da nossa mente. Talvez use isso num próximo post para responder melhor.

47. Quando foi a última vez que você prestou atenção no som da sua própria respiração?
Durante a noite, ao tentar voltar a dormir depois de acordar várias vezes. Acontece com frequência.

48. O que é o amor? As suas ações mais recentes são expressões claras deste amor?
 Pensar na felicidade do outro. Sim, tanto eu quanto meu digníssimo sempre pensamos na felicidade de nós 3 e nos esforçamos para expressar isso com atitudes.

49. Daqui a 5 anos, você se lembrará do que você fez ontem? E antes de ontem? E do dia anterior?
Só quando voltar para ler o que escrevi, ou quando olhar as fotos que registramos. Minha memória é horrível, e por isso gosto tanto de registrar tudo. Sempre me ajuda a lembrar de cada momento. Fazemos isso com frequência tbm.

50. Decisões são tomadas agora. A pergunta é: você está decidindo por você mesmo ou está deixando que os outros decidam por você?
Decido por mim mesma. Isso é algo que não abro mão. Exceto quando vamos visitar os parentes do meu digníssimo. Nessas situações, mesmo que eu prefira ficar em casa e descansar, me esforço para ir pq sei que ele e o pequeno ficarão felizes. 

domingo, 22 de dezembro de 2024

Confraternização

 


Eu sou uma pessoa que não gosta muito de socializar. Prefiro ficar em casa, com meus rapazes, assistindo algo legal, organizando e limpando as coisas, lendo um livro interessante. Mas meu pequeno rapaz precisa de contato com as outras crianças. E, como alguém que não tem parente nenhum na cidade (exceto a tia do meu digníssimo), não tem como expor ele a essa interação sem conhecer as outras famílias com crianças.

Nesse fim de ano, após observar todo mundo se organizando para as confraternizações em família, depois de lembrar que passamos os últimos finais de ano sozinhos (o que eu amo), e como talvez ele se divertisse mais se passasse com outras pessoas, resolvi organizar uma 'confraternização' com os coleguinhas dele. 

Meu filho tem 8 anos, e uma dificuldade enorme em interagir com outras crianças. Estamos com os acompanhamentos médicos para auxiliá-lo com isso, e manter contato com outras crianças é essencial.

Hoje eles vem aqui para casa, para brincarmos de bingo, amigo da onça, fazer um lanche de fim de tarde e trocar presentes (uns bons, outros ridículos). Eles ficam livres para se divertir. A gente só guia. E tem sido tão bom ver o sorriso de todos eles. Ouvir as mães relatando como esse tempo deles juntos aqui em casa tem feito bem, tirando todos das telas e fazendo com que interajam na vida real. 

Eu fico exausta (fisicamente e mentalmente), mas quando penso nas lembranças que meu filho terá, no sorriso que fica estampado no rosto dele, faz todo o cansaço valer a pena.

Que seja um dia especial e feliz para esses pequenos. Que eu esteja seguindo no caminho certo com eles.


quinta-feira, 19 de dezembro de 2024

Como é bom ^^

 



Aqui, no nosso cantinho, tentamos manter a harmonia de um lar sem discussões, sem atrito, sem impor regras para coisas como 'você precisa dormir no seu quarto'. Nem fixamos um quarto para ninguém. Se der vontade de jogar o colchão na sala e dormir lá, a gente faz. E isso torna nossos dias mais leves. 

É muito bom sentir vontade de fazer algo, e ter a liberdade de fazer. Sentir que você pode ser você, e as pessoas que dividem o espaço contigo te amam por ser assim, ou apesar disso. E quando a gente convive com pessoas que se esforçam para ver o outro bem, assim como a gente faz, é melhor ainda.

Ontem estava com muito frio, e meu filho (com 8 anos) teve a iniciativa de pegar um cobertor extra para mim, e me cobrir, para que eu ficasse quentinha logo. Acordei com o abraço (e o ronco ~.~' ) do meu marido. E isso é tão bom. Tantas coisas simples, que parecem pequenas, e tornam nosso dia melhor. Fazem a gente perceber o quanto temos sorte. 

Como é bom acordar e sentir que vale a pena dar meu melhor para fazer esses dois felizes, para tornar o dia deles mais suave. Como é bom perceber como eles se esforçam para tornar meu dia melhor, para me fazer sorrir. 

Colocar o café da manhã no carro e ir com eles tomar nosso café da manhã em alguma estrada de chão aqui perto, só pra ver o verde dos pastos e das matas. Deitar juntos a tarde inteira para assistir anime, ou um filme. Fazer um almoço delicioso, só para ver a nossa reação ao comer, soltando um monte de 'uuunhun, que delícia!!!" (E como as comidas do meu digníssimo são incríveis!!!)

Como é bom sentir paz. Como é bom amanhecer sem dores. Evitar as coisas com glúten, defumados, corantes, e não ter dor de cabeça. Como é bom ouvir música com eles. Como é bom apoiar nosso pequeno em cada desafio, e ver o sorriso dele ao se superar. Como é bom receber e dar abraço nesse cantinho tão nosso.



domingo, 15 de dezembro de 2024

Rotina

 


As férias acabaram. Momento de começar a correr com o trabalho e a casa novamente. De tentar organizar o máximo que conseguir para sobrar tempo para ler, para escrever, assistir, dar atenção aos meninos. Ter uma rotina ajuda demais para não esquecer coisas importantes, e eu sinto que a mente funciona melhor assim. Estabelecer metas a longo e curto prazo também. 

Continuo descobrindo e buscando o que nos faz bem e o que nos faz mal, para eliminar da nossa rotina. Já tiramos o glúten há uns 3 anos, e descobrimos que ele era um dos principais gatilhos para minhas crises de enxaqueca diárias. Nos últimos dias descobrimos que defumados também me fazem mal. Tirei da alimentação. Não vale a dor de cabeça depois. Melhor comer outras coisas. ^^

Assistindo Dan Da Dan, e apesar de ser muuuuito estranho, a história prende a atenção. Dá vontade de saber o que vai acontecer com os personagens. 

Lendo Lugar Feliz, da Emily Henry, e gostando mais desse que dos outros livros que li dela. 

Agora é trabalhar e tentar manter a casa em ordem.